O embaixador dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Mike Waltz, afirmou que a operação realizada pelo país não representa uma guerra contra a Venezuela nem contra o povo venezuelano.
Segundo ele, não se trata de uma ocupação no país, mas de uma operação policial voltada à prisão de um narcotraficante, no caso o presidente Nicolás Maduro, que será julgado em Nova York. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (5/1) durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
“Por colocar no povo dos Estados Unidos e do hemisfério ocidental em risco e reprimir os venezuelanos em seu país, como o secretário Marco Rubio disse, não há uma guerra contra Venezuela ou seu povo, não estamos ocupando um país, é uma operação das forças policiais, prendendo um narcotraficante, que agora será julgado nos Estados Unidos de acordo com o Estado de Direito por seus crimes”, afirmou Mike Waltz.
“Ele (Maduro) facilita a invasão de drogas ilegais que chegam nos Estados Unidos, estimada em milhares, centenas de milhares de toneladas anualmente. Ele se tornou incrivelmente rico por causa da miséria, da tristeza, de um número impontável de americanos, venezuelanos e outros, e é ajudado por organizações terroristas internacionais, como o Hezbollah, autoridades corruptas iranianas e outros atores malignos que influenciam não só a região, mas também o mundo”, acrescentou.
“Eles (Venezuela) continuam a ter as maiores reservas de energia do mundo sobre o controle de adversários dos Estados Unidos, o controle de líderes e legítimos, e que não beneficiam os venezuelanos e que ainda assim são, e ainda por cima são roubados por oligarcas dentro da Venezuela”, alegou.
O pedido de reunião da ONU foi apresentado pela Colômbia, governada por Gustavo Petro, que tem acumulado embates com o presidente norte-americano, Donald Trump. O Brasil participará do encontro, mas não terá direito a voto.
Conforme apurou o Metrópoles, o Brasil será representado pelo embaixador Sérgio Danese, que solicitará a palavra durante a sessão, embora o país não seja membro permanente do Conselho. Segundo interlocutores do Itamaraty, não haverá mudança na posição brasileira em relação à ação dos EUA contra a Venezuela.
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Segundo ele, não se trata de uma ocupação no país, mas de uma operação policial voltada à prisão de um narcotraficante, no caso o presidente Nicolás Maduro, que será julgado em Nova York. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (5/1) durante reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
“Por colocar no povo dos Estados Unidos e do hemisfério ocidental em risco e reprimir os venezuelanos em seu país, como o secretário Marco Rubio disse, não há uma guerra contra Venezuela ou seu povo, não estamos ocupando um país, é uma operação das forças policiais, prendendo um narcotraficante, que agora será julgado nos Estados Unidos de acordo com o Estado de Direito por seus crimes”, afirmou Mike Waltz.
“Ele (Maduro) facilita a invasão de drogas ilegais que chegam nos Estados Unidos, estimada em milhares, centenas de milhares de toneladas anualmente. Ele se tornou incrivelmente rico por causa da miséria, da tristeza, de um número impontável de americanos, venezuelanos e outros, e é ajudado por organizações terroristas internacionais, como o Hezbollah, autoridades corruptas iranianas e outros atores malignos que influenciam não só a região, mas também o mundo”, acrescentou.
“Eles (Venezuela) continuam a ter as maiores reservas de energia do mundo sobre o controle de adversários dos Estados Unidos, o controle de líderes e legítimos, e que não beneficiam os venezuelanos e que ainda assim são, e ainda por cima são roubados por oligarcas dentro da Venezuela”, alegou.
O pedido de reunião da ONU foi apresentado pela Colômbia, governada por Gustavo Petro, que tem acumulado embates com o presidente norte-americano, Donald Trump. O Brasil participará do encontro, mas não terá direito a voto.
Conforme apurou o Metrópoles, o Brasil será representado pelo embaixador Sérgio Danese, que solicitará a palavra durante a sessão, embora o país não seja membro permanente do Conselho. Segundo interlocutores do Itamaraty, não haverá mudança na posição brasileira em relação à ação dos EUA contra a Venezuela.
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