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Saiba por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal

A comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no Maranhão, onde duas crianças ainda seguem desaparecidas desde o último domingo...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/01/2026 às 17:00 · Atualizado há 1 semana
Saiba por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal
Foto: Reprodução / Arquivo

A comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, no Maranhão, onde duas crianças ainda seguem desaparecidas desde o último domingo (4/1) se trata de uma região de difícil acesso. Segundo as autoridades, a área exige o uso de helicópteros, drones, cães farejadores e sensores térmicos nas buscas.

Entenda por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal

Entenda por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal

Entenda por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal

Entenda por que buscas a crianças desaparecidas são difíceis em Bacabal

Neste sábado (10/1), a procura pelos irmãos Isabelle, de 6 anos, e Michael, de 4, ganhou o reforço do Exército Brasileiro e do Batalhão Ambiental. A força-tarefa conta com 200 intregrantes das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros e mais 100 voluntários.

Somaram-se às buscas 26 militares do Batalhão de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro e 15 policiais do Batalhão Ambiental da Polícia Militar.

Foi delimitado um perímetro de atuação de cerca de 15km² entre o Quilombo de São Sebastião dos Pretos e o Povoado de Santa Rosa, onde o primo dos irmãos, Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado após quatro dias desaparecido.

Por ser uma área extensa, tem características variadas, parte de mata fechada, outra com pasto, parte com lagos e açudes e poucas trilhas naturais. O terreno é irregular e frequentemente habitado por animais silvestres — durante as buscas a polícia encontrou várias serpentes.

Outro agravante é que a região não possui energia elétrica e caçadores locais de animais costumam instalar armadilhas.

As crianças desapareceram no último domingo (4/1), quando saíram de casa para brincar. Um primo deles, chamado Anderson Kauan, de 8 anos, também desapareceu no dia, mas foi encontrado com vida na quarta-feira (7/1).

Ele foi localizado por um carroceiro, sem roupa, a 4km de casa.

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