A ideia de que cada ano de vida de um cachorro corresponde a sete anos humanos é um mito antigo, mas pesquisas recentes revelam que essa conversão não é precisa, especialmente ao considerar a maturidade e a expectativa de vida de diferentes raças.
Um novo método para calcular a idade dos pets busca alinhar as fases de vida dos cães às etapas comuns na vida humana, como infância e velhice. Em vez de aplicar uma fórmula fixa, o primeiro ano é mais significativo, enquanto os anos subsequentes têm um valor progressivamente menor.
Estudos indicam que, para os cães, o primeiro ano de vida pode equivaler a 12 a 15 anos humanos, dependendo do porte. Após o terceiro ano, o envelhecimento se torna mais uniforme, adicionando entre 4 a 6 anos humanos por ano, de acordo com a raça e o tamanho do animal.
Além disso, o amadurecimento dos cães varia conforme seu porte. Cães pequenos, como os Chihuahuas, atingem a fase adulta rapidamente, enquanto raças grandes, como o Dogue de Bordeaux, podem ser consideradas idosas a partir dos cinco anos. Isso contrasta com os cães menores, que só são considerados idosos por volta dos oito anos.
Um estudo da BBC UK destaca que cada raça tem seu próprio ritmo de envelhecimento, o que inclui a duração das fases de juventude e vida adulta. Em média, a multiplicação para calcular a idade em anos humanos varia: cães pequenos multiplicam o primeiro ano por 12,5, enquanto cães grandes o fazem por 9.
Além da idade cronológica, o porte e a raça têm um impacto direto no envelhecimento dos cães. Cães menores geralmente vivem mais e envelhecem mais lentamente, enquanto cães de grande porte enfrentam riscos maiores de doenças devido ao rápido crescimento. Raças mistas podem apresentar menor incidência de problemas hereditários, contribuindo para uma vida mais longa.