Em outubro, depois fiscalização da Escritório Pátrio do Petróleo, Gás Procedente e Biocombustíveis (ANP), o Valor apurou que o grupo não apurava porquê refinaria, e sim, formuladora, ou seja, fazia a mistura mecânica de componentes derivados do petróleo – e não o processamento do petróleo bruto. A escritório afirmou que a vegetal não possuía capacidade técnica para conseguir a octanagem exigida pelo processo de refino, mas poderia fazer a formulação de combustível.