Publicidade
Capa / #VoceViu

Ministro de Israel elogia ação que matou 112 palestinos

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 01/03/2024 às 07:03 · Atualizado há 1 dia

Um ministro de Israel muito próximo de Benjamin Netanyahu elogiou a atitude dos militares de seu país que mataram 112 palestinos durante entrega de ajuda humanitária na Fita de Gaza. Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Vernáculo, chamou de “loucura” o envio de itens básicos ao território. Os soldados dispararam deliberadamente contra a poviléu, deixando mais de 700 feridos, além das vítimas fatais.

“Deve ser oferecido base totalidade aos nossos heroicos combatentes que operam em Gaza, que agiram de forma supimpa contra uma poviléu que tentou prejudicá-los”, escreveu Ben-Gvir no vetusto Twitter.

O ministro reiterou uma posição defendida por ele desde os ataques do grupo terrorista Hamas, em 7 de outubro do ano pretérito, e que deixaram 1,2 milénio mortos: a de que Israel deveria bloquear todos os envios de ajuda humanitária a Gaza até que o Hamas fosse derrotado e até que os mais de 200 reféns voltassem para vivenda.

“Hoje ficou provado que a transferência de ajuda humanitária para Gaza não é unicamente uma loucura enquanto os nossos raptados estão detidos na Fita em condições precárias, mas também põe em risco os soldados das FDI (Forças de Resguardo de Israel, uma vez que são chamadas localmente as Forças Armadas do país). Esta é outra razão clara pela qual devemos parar de transferir esta ajuda, que é na verdade uma ajuda para prejudicar os soldados das FDI e dar oxigênio para o Hamas”, escreveu Ben-Gvir.

MINISTRO INTEGROU GRUPO TERRORISTA

Itamar Ben-Gvir é divulgado por ter feito secção do hoje renegado partido Kach, considerado terrorista pelos EUA até 2022 por sua resguardo dos colonos na Cisjordânia e, mais recentemente, por apresentar planos para a reocupação israelense de Gaza. Em item de 2022, o jornal americano The New York Times o definiu uma vez que um “extremista perigoso”.

Ben-Gvir virou ministro em 2022, quando Netanyahu montou um gabinete de extrema direita uma vez que Israel nunca tinha visto. Outro ministro, Bezalel Smotrich, das Finanças, também defende a expulsão dos palestinos de Gaza.

Aliás, Ben-Gvir pretende limitar a ingressão de árabes-israelenses e vetar todos os palestinos moradores da Cisjordânia na Esplanada das Mesquitas, um dos locais mais sagrados para o islamismo, durante o mês sagrado do Ramadã, que começa no dia 10 de março.

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade