O entusiasmo inicial, no entanto, pode se perder se não houver planejamento. Barcelos afirma que projetos de inovação são, por definição, incertos e demandam aprendizado, o que significa consumir tempo e recursos. Nesse cenário, é essencial que a empresa saiba até onde está disposta a investir para não encerrar iniciativas promissoras antes da hora. Tales acrescenta que o alinhamento de expectativas entre parceiros também é decisivo. Para ele, cada instituição tem seu próprio ritmo: o de uma universidade pública, por exemplo, dificilmente será o mesmo de uma empresa privada. “Um pouco de paciência e persistência são fundamentais”, afirma o professor da FGV.