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Errata - Aluguel por temporada cresce em 2026

A matéria enviada anteriormente apresentava um erro no segundo parágrafo. Segue a versão corrigida.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 07/01/2026 às 16:05 · Atualizado há 45 minutos
Errata - Aluguel por temporada cresce em 2026
Foto: Reprodução / Arquivo

A matéria enviada anteriormente apresentava um erro no segundo parágrafo. Segue a versão corrigida.

O aluguel de temporada tem ampliado sua participação no turismo brasileiro nos últimos anos, impulsionado pela retomada das viagens domésticas, pela digitalização do mercado imobiliário e pela mudança no comportamento dos viajantes. O modelo de hospedagem por curta duração passou a integrar o ecossistema do turismo nacional em diferentes regiões do país, sendo adotado tanto em destinos de lazer quanto em centros urbanos e cidades do interior.

O percentual de viagens domésticas no Brasil apresentado no texto deve ser atualizado. Os dados da PNAD Contínua – Turismo 2024 indicam que cerca de 96,7% das viagens realizadas foram domésticas.

Mudança no perfil do viajante impulsiona a busca por hospedagem alternativa

Relatórios do World Economic Forum (WEF) e da Organização Mundial do Turismo (OMT/UNWTO) apontam que o viajante contemporâneo tem priorizado experiências mais personalizadas, estadias mais longas e maior integração com o destino visitado, comportamento observado em mercados turísticos de diferentes países. Ainda de acordo com um material publicado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o turismo de experiência oferece uma nova maneira de praticá-lo, permitindo uma interação genuína com o local visitado, que é exatamente o que os turistas procuram: experiências significativas.

Nesse contexto, destinos litorâneos como Ubatuba, Ilhabela, Bertioga, São Sebastião e Guarapari convivem há anos com a presença de imóveis voltados ao aluguel por temporada. Em regiões serranas e do interior, cidades como Campos do Jordão, Gramado, Canela, Capitólio e Pirenópolis também ilustram a diversificação da oferta de hospedagem alternativa no país.

O crescimento do aluguel de temporada em 2026 ocorre de forma descentralizada e abrange diferentes perfis de destino. No Sul e Sudeste, cidades como Florianópolis, Bombinhas, Balneário Camboriú, Rio de Janeiro, Arraial do Cabo e Angra dos Reis apresentam ampla presença de imóveis para aluguel de curta duração, especialmente em períodos de alta demanda turística.

No Nordeste, destinos como Porto de Galinhas, Maceió, Natal, Fortaleza, Salvador e Arraial d’Ajuda concentram oferta relevante desse tipo de hospedagem ao longo do ano. Já no Centro-Oeste e em regiões do interior, cidades como Caldas Novas, Rio Quente e Olímpia exemplificam a relação entre o aluguel por temporada e o turismo termal, de natureza e de curta permanência.

Em grandes centros urbanos, como São Paulo, o modelo também atende a demandas associadas a viagens corporativas, eventos e trabalho remoto.

Já um artigo da Confederação Nacional do Turismo (CNTUR) indica que o turismo apresenta elevado efeito multiplicador sobre a economia, com impactos diretos em setores como comércio, transporte, alimentação e serviços. Avaliações econômicas amplamente utilizadas pelo setor apontam que os gastos com hospedagem tendem a gerar circulação adicional de recursos na economia local, especialmente quando a hospedagem ocorre em bairros residenciais, característica comum nas locações por temporada. Esse modelo contribui para a descentralização do consumo turístico e para a ampliação da capacidade de acolhimento em períodos de alta demanda.

Plataformas digitais e organização do mercado de hospedagem

Thiago Moresqui, hoteleiro do CasaTemporada, aponta que a expansão do aluguel de temporada em 2026 está associada à digitalização do setor. Plataformas digitais passaram a organizar a oferta de imóveis, ampliar a transparência das informações e facilitar o acesso dos viajantes a diferentes destinos.

Levantamentos de comportamento de busca realizados por plataformas especializadas em aluguel de temporada, como o CasaTemporada.com, indicam interesse distribuído por diferentes regiões do país, abrangendo tanto destinos consolidados quanto cidades emergentes do turismo nacional. As informações refletem padrões observados na base de dados da própria plataforma.

Publicações especializadas do setor de Mercado e Eventos indicam que o aluguel por temporada deve manter crescimento consistente nos próximos anos, impulsionado pelo fortalecimento do turismo doméstico, pela maior flexibilidade do trabalho remoto e pela busca por experiências de viagem mais autônomas.

O aluguel por temporada passa a ocupar um papel estrutural no turismo brasileiro, ampliando a oferta de hospedagem e distribuindo o impacto econômico entre diferentes regiões

— afirma Thiago Moresqui, analista do setor de turismo e mercado digital.

As informações relacionadas ao comportamento de busca por imóveis de aluguel por temporada citadas neste conteúdo têm como base dados agregados e anonimizados, observados em plataformas digitais especializadas no segmento. No caso do CasaTemporada, os dados refletem padrões de interesse e navegação identificados a partir de anúncios ativos e consultas realizadas por usuários em diferentes regiões do país, sem divulgação de informações pessoais ou comerciais.

Inserido nesse cenário, o Casa Temporada atua como fonte de dados setoriais sobre a oferta de imóveis para aluguel de temporada no Brasil, contribuindo para a leitura do comportamento do mercado de aluguel por temporada em diferentes destinos turísticos e regiões do país.

O CasaTemporada.com é uma plataforma digital voltada ao segmento de aluguel por temporada no Brasil. O site reúne anúncios de imóveis destinados a estadias temporárias, com opções distribuídas por diferentes regiões do país. A plataforma conta com mais de 24 mil imóveis cadastrados.

O mercado de apostas esportivas com cotas fixas no Brasil, recentemente regulamentado pela Lei nº 14.790/2023, vem se tornando cada vez mais relevante no contexto econômico e jurídico brasileiro

— traz o prospecto

em vez de encontrar e penalizar entidades por violações

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