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Violência no Equador se alastra e número de mortos chega a 13, com 70 presos

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/01/2024 às 13:39 · Atualizado há 17 horas
Violência no Equador se alastra e número de mortos chega a 13, com 70 presos
Foto: Reprodução / Arquivo

Depois um dia de terror na última terça-feira (9), a vaga de violência segue no Equador e deixou, até o momento, 13 mortos e 70 presos, de combinação com as autoridades locais. Ontem, o presidente Daniel Noboa assinou decreto em que reconhece que o país enfrenta um “conflito armado interno”.

A vaga de violência no país se intensificou posteriormente a fuga do líder da maior partido do país, José Adolfo Macías Villamar, 44 anos, mais publicado uma vez que Fito, no último domingo (7).

Fito, líder da maior partido do Equador. Foto: Reprodução/Redes Sociais.

Segundo informações da polícia lugar, foram contabilizadas oito pessoas mortas em ataques no porto de Guayaquil, no sudoeste do Equador. Dois policiais foram “cruelmente assassinados por criminosos armados” na cidade vizinha de Nobol e três corpos foram encontrados em um coche incinerado.

Desde portanto, uma vaga de violência tomou conta das ruas do país. A cidade de Guayaquil é o epicentro do aumento da violência. Na terça-feira (9), uma vez que informa a Telesur, as autoridades equatorianas afirmaram que receberam mais de 1,9 milénio telefonemas pedindo ajuda.

No decreto assinado pelo presidente Daniel Noboa, são listadas 22 organizações criminosas uma vez que terroristas. Entre as facções citadas está a Choneros, liderada por Fito.

O texto também ordena às Forças Armadas a executar operações “para neutralizar” os grupos citados.

TV INVADIDA

A ação que mais repercutiu fora do país foi a invasão de homens armados a um estúdio de TV na cidade de Guayaquil. Nas imagens, criminosos com pistolas, espingardas e granadas caseiras são vistos agredindo trabalhadores e obrigando-os a permanecerem no solo, exigindo que pedissem a saída da polícia que chegou ao lugar.

As imagens mostravam ainda alguns dos homens encapuzados e outros com o rosto revelado, gravando com telefones celulares, enquanto faziam, com as mãos, sinais característicos de grupos ligados ao tráfico de drogas.

Com informações do Metrópoles

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