Por Pedro Carrano — Brasil de Roupa
Os servidores técnicos administrativos em instrução (TAEs) entraram em greve em ao menos 30 universidades do país. Até nascente momento, mais de 50% da base da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) aderiram ao movimento.
Nacionalmente, os TAEs constituem uma das 64 carreiras administrativas do Poder Executivo Federalista. São aproximadamente 133 milénio servidores ativos e 69 milénio servidores aposentados.
Servidores reivindicam
Servidores do comando de greve reconhecem que foi importante a mudança de governo, classificando o período da gestão Bolsonaro porquê dominador e de totalidade refrigeração nos investimentos. Agora, porém, querem mais avanços do governo Lula e do ministro da Ensino, Camilo Santana.
“A greve está muito poderoso no Hospital de Clínicas também, com participação de 500 pessoas na reunião [que deflagrou o movimento]”, afirma Evandro Castagna, servidor público e integrante do comando de greve no Paraná.
Castagna complementa sobre o sentido da greve, mesmo em um momento frágil da ensejo, com pressão por segmento da extrema direita e da mídia empresarial sobre o governo:
“O governo foi eleito colocando a instrução porquê prioridade. E quem garante que a instrução aconteça são os servidores públicos da instrução. Nossa disputa é essa: que a instrução de trajo seja valorizada porquê segmento fundamental para que funcione o pais, que se cumpra esse compromisso com os trabalhadores da instrução. Temos consciência do governo fascista que nós tínhamos, do papel ruim que cumpriu Bolsonaro”, aponta.
A taxa do movimento, de convenção com Castagna, está focada na recomposição salarial e, principalmente, na retomada de uma política de curso para os servidores, de maneira a contemplar a totalidade da categoria. Servidores pedem reposições salariais da ordem de 10,34% ao longo de três anos.
“O governo Lula abriu mesa de negociação. O ministro da Ensino chamou a Fasubra para conversar e pediu 30 dias. Já tínhamos indicativo de greve no dia 11 de março, logo vamos conversar, mas em greve”, explica Castagna.

Servidores alegam que governo foi eleito colocando a instrução porquê prioridade e que tem no MEC o ministro Camilo Santana (Marcello Camargo/Filial Brasil)
A curso está com salários congelados há mais de sete anos e sem horizonte até logo de reforma no seu projecto de curso. De convenção com página do Partido Comunista Brasílio no estado (PCB-PR), houve em anos recentes o aumento de 85,4% de taxa de desligamentos (exoneração a pedido do próprio servidor) em relação ao número de ingressos na categoria.
“Estamos com uma curso não atrativa, com piso salarial plebeu. Do [governo] Temer para cá nossa defasagem salarial ficou em 40%. A PEC da transição do atual governo garantiu 9% de recomposição e pequena reposição no auxílio saúde, creche, reposição no auxílio alimento”, diz, reconhecendo o espaço mais aventado do atual governo, mas cobrando avanços.
“Nosso salário é muito plebeu. Um trabalhador que entra com menos de dois salários mínimos”, afirma Castagna, elencando que, ao lado da Fasubra, há a chance nos próximos dias de adesão do Sindicato Pátrio dos Servidores Federais da Ensino Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) — que aglutina servidores federais dos Institutos Federais de Ensino (IFs) — e do Sindicato Pátrio dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) — que organiza os professores.