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representante do X no Brasil renuncia

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 13/04/2024 às 08:42 · Atualizado há 4 dias

Documento da Junta Mercantil de São Paulo aponta que o representante e gestor da rede social X no Brasil, o legista Diego de Lima Gualda, apresentou missiva de repúdio ao função.

O pedido na Junta Mercantil foi protocolado em 8 de abril, dois dias em seguida Elon Musk, possuidor da rede social, estrebuchar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF).

Junta Mercantil: desde agosto

Gualda ocupava o função de representante da rede social desde agosto de 2023. Segundo a Junta Mercantil, a ficha cadastral mostra que ele foi nomeado uma vez que procurador e gestor do X no país.

X perde publicidade federalista

O jornalista William De Lucca, do ICL Notícias, publicou neste sábado (13), com exclusividade, que governo federalista decidiu ampliar a decisão de retirar o X (macróbio Twitter) das verbas publicitárias e agora a rede social do bilionário Elon Musk não receberá recursos de nenhum ministério ou órgão federalista.

Na última sexta-feira (12), o ICL Notícias também havia noticiado em primeira mão que a Secretaria de Informação da Presidência (Secom) havia determinado que a rede social seria excluída de todos os planos de mídia da pasta, mas a decisão foi ampliada, de concordância com fontes próximas ao ministro Paulo Pimenta (PT).

Elon Musk extrema-direita

Segundo Junta Mercantil, representante estava no função desde agosto de 2023. Saída ocorreu dois dias antes de Elon Musk ataca Judiciário (Reprodução)

Ataques

No sábado pretérito (6), Musk usou seu perfil solene para fazer uma série de ataques ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federalista), e à Justiça brasileira.

Musk também prometeu levantar “todas as restrições” impostas pelo Judiciário e ameaçou fechar o escritório da companhia no Brasil.

Em uma de suas publicações, Musk provocou: “Por que você está fazendo isso @alexandre”, marcando o perfil do ministro Alexandre de Moraes.

“A X Corp. foi forçada por decisões judiciais a bloquear determinadas contas populares no Brasil. Informamos a essas contas que tomamos tais medidas”, diz a publicação.

Resposta

Em seguida os ataques, o ministro Alexandre de Moraes incluiu o bilionário Elon Musk entre os investigados no sindicância das milícias digitais, do qual é relator. A decisão é uma reação ao traje de o empresário ter ameaçado não executar mais decisões judiciais do Brasil e estrebuchar o Judiciário.

Na decisão, Moraes ainda determina que a empresa e qualquer um de seus representantes se abstenham de infringir qualquer ordem judicial já existente e de reativar perfis bloqueados por regra do STF ou do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sob pena de multa diária de R$ 100 milénio por cada perfil reativado.

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