Por Brasil de Trajo
Uma edição extra do Quotidiano Solene será publicada nas próximas horas, confirmando a indicação da advogada Vera Lúcia Santana Araújo porquê ministra Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na classe de juristas.
Araújo foi indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e será a segunda ministra negra do TSE. A primeira é a advogada Edilene Lôbo, escolhida também pelo petista, em junho deste ano.
Lula escolheu Araújo em uma lista com outras três mulheres, que foram indicadas pelo Supremo Tribunal Federalista (STF) em setembro deste ano. Além da eleita, a relação tinha os nomes de Marilda Silveira e de Daniela Lima de Andrade Borges.
A novidade ministra chega ao tribunal para ocupar a vaga deixada por Maria Claudia Bucchianeri, que deixou a namoro em agosto. Araújo, que assume porquê substituta, trabalhará com os titulares do TSE, que são Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, Cármen Lúcia, Raul Araújo, Isabel Gallotti, André Ramos Tavares e Floriano Azevedo.
Vera Lúcia Santana Araújo, proveniente de Livramento de Nossa Senhora, na Bahia, tem 40 anos de advocacia e era um dos nomes indicados pela Coalizão Negra por Direitos para ocupar a vaga de ministra do STF. No final, Lula optou pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.
Araújo tem experiência com movimentos populares, trabalhou nas esferas privada e pública do recta, ocupando, inclusive cargos jurídicos no contextura da governo pública federalista e do Região Federalista.
Também atuou porquê conselheira da Percentagem de Anistia Política do Ministério da Justiça, conselheira do Juízo Penitenciário do Região Federalista, integrante da Percentagem Vernáculo de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e, neste momento, compõe o Juízo Econômico e Social da Presidência da República.
A advogada também exerceu funções de gestão pública porquê diretora da Instalação Cultural Palmares, presidenta da Instalação de Esteio ao Trabalhador Recluso do Região Federalista e secretária-adjunta de Políticas para a Paridade Racial do Região Federalista.
Uma vez que ativista comprometida com o movimento preto, desempenhou um papel significativo no Movimento Preto Unificado (MNU). Atualmente, é membra da Frente de Mulheres Negras do Região Federalista, da qual também foi uma das fundadoras.