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Líder do MBL admite querer 'confronto' com Padre Julio

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2024 às 15:17 · Atualizado há 6 dias
Líder do MBL admite querer 'confronto' com Padre Julio
Foto: Reprodução / Arquivo

A repercussão negativa da verosímil geração da CPI das ONGs na Câmara Municipal de São Paulo, que teria entre os alvos o padre Julio Lancellotti, não arrefeceu o ânimo do Movimento Brasil Livre (MBL). Renan Santos, coordenador do grupo, admite querer “confronto” com o religioso.

“Haverá o momento de confronto com ele e com a indústria da miséria que destrói o Núcleo de São Paulo. Mas não é agora”, escreveu Renan Santos na rede social X.

Na mesma postagem, Santos tenta distanciar o MBL da CPI das ONGs e afirma que a “pendência com esse padre não é nossa”. Ao mesmo tempo, mantém o religioso uma vez que escopo.

“Conhecemos muito a índole e os contatos desse bizarro. É a figura mais blindada da esquerda — quiçá da política brasileira”, completa Santos.

CPI

O pedido de introdução da CPI das ONGs foi protocolado no dia 6 de dezembro pelo vereador Rubinho Nunes (União Brasil), um dos fundadores do MBL. A verosímil geração da percentagem, no entanto, gerou potente repercussão.

Ontem, os vereadores Thammy Miranda (PL), Xexéu Tripoli (PSDB), Sidney Cruz (Solidariedade) e Sandra Tadeu (União Brasil) anunciaram que vão retirar espeque à instalação da CPI das ONGs.

Os parlamentares alegaram que não foram informados que a CPI teria uma vez que um dos alvos o padre Julio Lancellotti, responsável por trabalho social na Paróquia de São Miguel Arcanjo, na região da Cracolândia, no Núcleo de São Paulo.

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