Em prova oferecido à Polícia Federalista, Caio Santos Cruz, rebento do general Santos Cruz, afirma que um companheiro e colega de turma do general da suplente Eduardo Villas Bôas foi intermediário da empresa Verint Systems para negociar a venda de sistemas de lucidez com o Tropa. Isso aconteceu durante a gestão do próprio ex-comandante da Força, A informação foi revelada em material dos jornalistas Thaísa Oliveira, Fabio Serapião e Cézar Feitoza, da Folha de S. Paulo.
Entre os itens oferecidos, estava o software First Mile, do qual uso pela Abin (Escritório Brasileira de Lucidez) é investigado.
Três anos em seguida pedir para ir para a suplente do Tropa, o general Luiz Roberto Peret foi contratado pela Verint Systems por meio de uma empresa de consultoria criada pelo próprio militar em 2010..
Além da empresa, ele atua porquê um dos conselheiros fundadores do Instituto General Villas Boâs, que comandava o Tropa quando foi efetuada a compra do First Mile e outros softwares com numerário da mediação federalista no Rio de Janeiro.
Caio Santos Cruz, que também atuava em obséquio da Verint, disse à PF que o papel de Peret era manter contatos de cumeeira nível com os clientes da empresa.
Caio foi níveo de buscas em outubro durante a Operação Última Milha, da PF, que investiga o uso indevido da utensílio First Mile pela Abinpara monitorar opositores do governo Bolsonaro, juízes, políticos e jornalistas entre 2019 e 2021, durante a gestão do hoje deputado federalista Alexandre Ramagem (PL-RJ).
Procurado pela Folha, o general Peret disse que não iria se manifestar. O general Villas Bôas também foi procurado por meio de seu instituto, mas não respondeu.
O software vendido pela Verint Systems, segundo a PF, foi utilizado pela Abin para invadir a rede de telefonia brasileira e rastrear a localização do celular de qualquer pessoa a partir dos dados enviados para torres de telecomunicação —driblando, na prática, a urgência de autorização judicial.
Em prova em seguida a operação que prendeu e afastou servidores da Abin, Caio Santos Cruz disse que a empresa possuía diversos clientes no estado do Rio de Janeiro, mormente forças de segurança.