O presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), Luís Roberto Barroso, defendeu uma campanha de conscientização pela descriminalização do monstruosidade. O ministro, no entanto, argumentou que a interrupção da gravidez não deve ser encorajada.
“O monstruosidade não é uma coisa boa e deve ser evitado. É preciso explicar para a sociedade, para as pessoas, que ser contra o monstruosidade, não querer que aconteça não significa querer que se prenda as mulheres que passam por levante infortuno, que é isso que a criminalização faz”, afirmou.
De conciliação com o site Metrópoles, Barroso abordou o tema nesta sexta-feira (8) durante Lição Magna na Pontífica Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. Segundo o ministro, o Estado deve dar ensino sexual, contraceptivos e amparar a mulher que queira ter rebento.

Discussão sobre monstruosidade poderá permanecer para 2024 (Foto: Divulgação)
ABORTO NO STF
O magistrado acrescentou que o tema deve voltar à tarifa do STF e, portanto, precisa ser entendido pela sociedade. Objetivo é evitar a proliferação de notícias falsas que surgem com a questão.
“Essa campanha tem de ser difundida para que a gente possa votar isso no Supremo, porque a sociedade não entende do que se trata. Não se trata de tutorar o monstruosidade, trata-se de enfrentar esse problema de uma forma mais inteligente que a criminalização. Prender a mulher não serve para zero”, frisou.
BANHO-MARIA
No STF, há uma mobilização para convencer Luís Roberto Barroso para que o julgamento sobre o monstruosidade não seja disposto em tarifa em 2024. Ministros ouvidos pela jornalista Karla Gamba, da pilastra de Juliana Dal Piva, do ICL Notícias, relataram que durante a semana conversaram com o presidente da Incisão, que concordou com os argumentos.
FRANÇA DÁ EXEMPLO
Na última segunda-feira (4), o Parlamento galicismo aprovou emenda à Constituição que consagra o recta ao monstruosidade na França, tornando-se o primeiro país do mundo a prometer constitucionalmente a interrupção da gravidez.
O texto foi promulgado nesta sexta-feira (8) pelo presidente Emmanuel Macron, em comemoração o Dia Internacional da Mulher, na próxima sexta-feira (8).