Johan Petrica, considerado um dos fundadores da facção criminosa venezuelana Tren de Aragua, é acusado de ter registrado um filho em Roraima, no Brasil, mesmo após ser dado como morto pelas autoridades.
O papel de Johan Petrica no Tren de Aragua
Johan Petrica é visto como um dos principais líderes do Tren de Aragua, uma das organizações criminosas mais influentes da Venezuela. Apesar de ter sido declarado morto, ele teria circulado livremente pela fronteira brasileira, onde teria registrado um filho de 7 anos. O Tren de Aragua tem sido utilizado como justificativa por autoridades dos EUA para ações militares na Venezuela, visando capturar o presidente Nicolás Maduro.
As atividades de Petrica na fronteira
Após desaparecer da cena pública em 2015, Petrica teria migrado para a região de Las Claritas, onde se reestabeleceu como líder sindical de mineradores e retomou o controle das atividades ilegais do Tren de Aragua relacionadas ao garimpo. Ele é conhecido localmente como Viejo Darwing e, segundo a jornalista Roanna Rísquez, é considerado o verdadeiro chefe da organização.
A presença do Tren de Aragua no Brasil
O Tren de Aragua, assim como o Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo, expandiu suas operações pela América do Sul, aproveitando a crise migratória e a fragilidade das fronteiras. No Brasil, a facção está presente em pelo menos seis estados, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro, e teria estabelecido uma parceria com o PCC para garantir o tráfico de drogas.
Destaques:
- Johan Petrica é considerado um dos líderes do Tren de Aragua, mesmo após ser dado como morto.
- Ele teria registrado um filho em Roraima, levantando suspeitas entre as autoridades brasileiras.
- O Tren de Aragua está presente em vários estados brasileiros e tem laços com o PCC.