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Brincadeira com arma d’água acaba na polícia após treta em condomínio

A expressão popular “essa foi a gota d’água” nunca fez tanto sentido. Isso porque, o que era para ser uma brincadeira de família, acabou em uma confusão, com...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/01/2026 às 20:55 · Atualizado há 1 semana
Brincadeira com arma d’água acaba na polícia após treta em condomínio
Foto: Reprodução / Arquivo

A expressão popular “essa foi a gota d’água” nunca fez tanto sentido. Isso porque, o que era para ser uma brincadeira de família, acabou em uma confusão, com direito a puxão de cabelo e Boletim de Ocorrência.

O caso ocorreu em Samambaia Norte, em novembro de 2025, mas veio à tona no início deste ano. A mãe de duas crianças estava brincando na piscina do condomínio onde mora com os filhos, com armas de água.

Segundo ela, ao terminar a brincadeira, o recipiente foi descarregado, porém, sobrou um mínimo de água e um dos filhos acabou disparando o brinquedo na janela e uma gota teria acertado um dos moradores. A confusão teria iniciado aí. O morador atingido ligou, da portaria do condomínio, para a mãe das crianças, reclamando da situação.

A mulher foi até a portaria tentar resolver a situação. Porém, por medida de segurança, ela ligou a gravação de voz do celular.

O áudio mostra o momento em que ela chega na portaria e começa a conversar com um casal. Durante a conversa, ela diz que conversou com as crianças e que estava lá para pedir desculpas.

Lava sua boca para falar dos meus filhos! Tá ficando louca?

— O ápice da confusão ocorre quando, durante a discussão, a esposa do homem atingido pelo disparo, chama as crianças de “cão”. , gritou a mãe.

Depois disso, é possível perceber que o homem atingido intervém no que parece ser uma briga entre as duas e o áudio é finalizado. A Polícia Militar foi chamada e o caso foi parar na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte).

Em depoimento, a esposa do homem que tomou o “banho” disse que, na confusão, afirmou que a mulher deveria “educar seus filhos melhor”, mas não cita a parte em que teria chamado as crianças de “cão”.

O caso foi registrado na 26ª DP como lesão corporal recíproca.

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