Pescador leva mordida de serpente enquanto filmava pescaria
O pescador Anderson Guedes levou um susto e tanto enquanto gravava conteúdos para as redes sociais no inundado do rio Madeira, em Porto Velho. Durante a pescaria, ele acabou mordido por uma serpente e tudo foi registrado em vídeo.
Segundo Anderson, ele procurava peixes quando ouviu um fragor na vegetação. Ao olhar para o lado, percebeu a serpente se aproximando. No vídeo, o pescador chega a indicar para o bicho, sem imaginar que ele reagiria (veja supra).
"Mas essa serpente me surpreendeu muito, porque eu nem encostei nela, literalmente eu só apontei. E ela veio na direção do caiaque, e eu acho que quando ela viu, ela já estava embaixo do caiaque ali. Foi assim, rápido", disse.
Nesse momento, a serpente atingiu a mão de Anderson. Ao g1, ele contou que a mordida deixou o sítio dolorido, mas não causou zero grave. Mesmo posteriormente o susto, ele decidiu continuar a pescaria.
"Na hora ficou um pouquinho ardido, um pouquinho dolorido, mas não precisei ir no hospital, continuei ali a pescaria, tivemos sorte de pegar alguns outros peixes. Evidente que a gente se afastou daquele lugar ali para que ela não viesse novamente", explicou.
Apesar da tensão, Anderson disse que essa não foi sua primeira mordida de serpente — o que o ajudou a manter a calma. Ele já passou por várias situações parecidas durante a vida.
"Eu já levei umas oito mordidas mais ou menos. Durante essa nossa vida inteira aí pescando e indo pro mato já aconteceu oito acidentes com serpente peçonhentas. No primórdio a gente tinha muito pânico, portanto ia muito pro hospital, tinha que ir pro hospital tratar", disse.
Surucucu-do-brejo
De convenção com a bióloga Marcela Alvares, a espécie que atacou o pescador, conhecida porquê surucucu-do-brejo, não é peçonhenta, mas pode morder ao se sentir ameaçada. O principal desvelo para evitar acidentes com serpentes é não mexer no bicho.
“Primeiro desvelo é não mexer com o bicho. Qualquer bicho, quando perturbado, pode reagir”, explica.
Caso ocorra uma mordida, a orientação é lavar imediatamente a superfície e procurar atendimento em uma unidade de saúde. A bióloga reforça que alguns procedimentos populares são perigosos e não devem ser feitos.
“Não fazer torniquete, não passar zero no sítio da mordida, não trinchar o sítio para tentar tirar o veneno ou consumir bebida”, alerta.
Mesmo em casos de espécies sem veneno, porquê esta, o atendimento médico é importante para evitar infecções e prometer o desvelo adequado.
Pescador leva mordida de serpente enquanto filmava pescaria
Reprodução/pilha pessoal
O pescador Anderson Guedes levou um susto e tanto enquanto gravava conteúdos para as redes sociais no inundado do rio Madeira, em Porto Velho. Durante a pescaria, ele acabou mordido por uma serpente e tudo foi registrado em vídeo.
Segundo Anderson, ele procurava peixes quando ouviu um fragor na vegetação. Ao olhar para o lado, percebeu a serpente se aproximando. No vídeo, o pescador chega a indicar para o bicho, sem imaginar que ele reagiria (veja supra).
"Mas essa serpente me surpreendeu muito, porque eu nem encostei nela, literalmente eu só apontei. E ela veio na direção do caiaque, e eu acho que quando ela viu, ela já estava embaixo do caiaque ali. Foi assim, rápido", disse.
Nesse momento, a serpente atingiu a mão de Anderson. Ao g1, ele contou que a mordida deixou o sítio dolorido, mas não causou zero grave. Mesmo posteriormente o susto, ele decidiu continuar a pescaria.
"Na hora ficou um pouquinho ardido, um pouquinho dolorido, mas não precisei ir no hospital, continuei ali a pescaria, tivemos sorte de pegar alguns outros peixes. Evidente que a gente se afastou daquele lugar ali para que ela não viesse novamente", explicou.
Apesar da tensão, Anderson disse que essa não foi sua primeira mordida de serpente — o que o ajudou a manter a calma. Ele já passou por várias situações parecidas durante a vida.
"Eu já levei umas oito mordidas mais ou menos. Durante essa nossa vida inteira aí pescando e indo pro mato já aconteceu oito acidentes com serpente peçonhentas. No primórdio a gente tinha muito pânico, portanto ia muito pro hospital, tinha que ir pro hospital tratar", disse.
Surucucu-do-brejo
De convenção com a bióloga Marcela Alvares, a espécie que atacou o pescador, conhecida porquê surucucu-do-brejo, não é peçonhenta, mas pode morder ao se sentir ameaçada. O principal desvelo para evitar acidentes com serpentes é não mexer no bicho.
“Primeiro desvelo é não mexer com o bicho. Qualquer bicho, quando perturbado, pode reagir”, explica.
Caso ocorra uma mordida, a orientação é lavar imediatamente a superfície e procurar atendimento em uma unidade de saúde. A bióloga reforça que alguns procedimentos populares são perigosos e não devem ser feitos.
“Não fazer torniquete, não passar zero no sítio da mordida, não trinchar o sítio para tentar tirar o veneno ou consumir bebida”, alerta.
Mesmo em casos de espécies sem veneno, porquê esta, o atendimento médico é importante para evitar infecções e prometer o desvelo adequado.
Pescador leva mordida de serpente enquanto filmava pescaria
Reprodução/pilha pessoal