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A natureza produz fenômenos fascinantes, capazes de produzir cores, sensações e efeitos tão únicos que muitas pessoas viajam longas distâncias só para tentar presenciá-los.
No entanto, alguns desses espetáculos são tão específicos, remotos ou rápidos que quase ninguém consegue observá-los diretamente. Eles dependem de combinações raras de clima, geografia ou condições atmosféricas que nem sempre acontecem.
Neste cláusula, reunimos fenômenos extraordinários que surgem em diferentes partes do mundo e que, por sua complicação ou localização, dificilmente fazem secção do cotidiano de qualquer observador.
Fenômenos naturais quase impossíveis de presenciar
Relâmpago vulcânico
O relâmpago vulcânico acontece quando uma erupção explosiva projeta cinzas, fragmentos de rocha e partículas de gelo para a atmosfera. A colisão desses materiais gera cargas elétricas que produzem relâmpagos dentro da nuvem formada pelo vulcão.
O fenômeno é vasqueiro porque depende de uma erupção extremamente intensa e de condições meteorológicas muito específicas para que a eletricidade se acumule.
Mesmo quando ocorre, ele costuma porfiar pouco tempo. Regiões porquê o Monte Etna, na Itália, e o Vulcão Taal, nas Filipinas, estão entre os poucos lugares onde essa combinação aparece com relativa frequência.
Relâmpago verdejante

O relâmpago verdejante é um dos fenômenos ópticos mais difíceis de observar. Ele aparece por uma fração de segundo no momento exato em que o Sol se põe ou nasce. A luz muda de direção ao passar pela atmosfera, que funciona porquê um tipo de prisma proveniente.
Isso faz com que algumas cores, porquê o verdejante e às vezes o azul, se separem e fiquem visíveis. Para enxergar esse efeito, a pessoa precisa olhar para um horizonte muito limpo, sem poluição nem nuvens.
O relâmpago verdejante se tornou mais espargido por pretexto do filme “O Relâmpago Virente”, de Éric Rohmer, que retrata a procura quase mística por esse momento vasqueiro. A obra também faz referência a um livro de Jules Verne, que já descrevia o fenômeno.
Na veras, ele é tão rápido que a maioria das pessoas pisca antes de vê-lo.

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Catadupa de Sangue da Antártida

A Catadupa de Sangue, conhecida porquê Blood Falls, surge na Geleira Taylor, na Antártida. A chuva subterrânea que chega até a superfície é extremamente salgada, rica em ferro e oxida ao entrar em contato com o ar, adquirindo um tom vermelho intenso que lembra sangue.
O fenômeno permanece ativo há milhares de anos, mas é raríssimo de ver porque a região está entre as mais isoladas e frias do mundo.
A espaço recebe principalmente pesquisadores e equipes científicas, o que torna o entrada restrito e reforça o caráter misterioso e único da cascata.
Pedras que andam no Vale da Morte

As pedras que se movem sozinhas no Racetrack Playa, no Vale da Morte, nos Estados Unidos, intrigaram cientistas por décadas. Os blocos de rocha deixam longos rastros no solo sequioso, porquê se uma força invisível os empurrasse.
Entretanto, o mistério já foi decifrado. O fenômeno depende de uma fina classe de chuva que se acumula na superfície e congela durante a noite. Quando o sol nasce, o gelo se quebra em placas que o vento empurra.
As placas deslizam sobre o lago sequioso e arrastam as pedras. As mudanças climáticas reduziram a formação dessa fina lâmina de chuva, o que fez o fenômeno praticamente desvanecer nos últimos anos.
Auroras em latitudes tropicais

As auroras são comuns nas regiões polares, mas podem romper em áreas tropicais quando o planeta sofre uma tempestade solar excepcionalmente potente.
A atividade magnética se intensifica a ponto de trazer as luzes para latitudes mais baixas, o que ainda é extremamente vasqueiro. Mesmo quando isso acontece, a duração costuma ser curta e depende de condições climáticas claras.
O fenômeno já foi registrado em países porquê Brasil e México, mas exclusivamente em episódios isolados ao longo de séculos. A imprevisibilidade torna o evento alguma coisa que poucos terão a chance de testemunhar.