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Trabalho Escravo: Cantor Amado Batista e BYD Entram na Lista Suja

Descubra como a Lista Suja funciona e quais são as implicações para as empresas e indivíduos envolvidos

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 07/04/2026 às 06:20 · Atualizado há 1 dia
Trabalho Escravo: Cantor Amado Batista e BYD Entram na Lista Suja
Foto: Reprodução / Arquivo

Introdução

O cantor Amado Batista e a montadora chinesa de carros elétricos BYD foram incluídos na Lista Suja do Trabalho Escravo, do governo federal. A lista é atualizada semestralmente e contém nomes de pessoas físicas e jurídicas responsabilizadas por trabalho escravo.

O Caso de Amado Batista

Amado Batista foi autuado em duas fiscalizações distintas, em atividades relacionadas ao cultivo de milho, em Goiás. Foram resgatados 14 trabalhadores de condições análogas à escravidão.

A infração identificada foi a de jornada exaustiva, com os lavradores trabalhando de madrugada até o período noturno.

O Caso da BYD

A BYD foi incluída na Lista Suja por submissão de 163 trabalhadores chineses a condições análogas à escravidão durante a construção de sua fábrica na Bahia.

Os auditores fiscais do MTE não acataram a alegação da empresa de que os trabalhadores eram de uma terceirizada.

Conclusão

A Lista Suja do Trabalho Escravo é um instrumento importante de combate ao trabalho escravo no Brasil. As empresas e indivíduos envolvidos devem tomar medidas para regularizar suas atividades e evitar a inclusão na lista.

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