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Celso Amorim viaja para acompanhar reunião entre Venezuela e EUA

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/10/2023 às 14:01 · Atualizado há 1 semana
Celso Amorim viaja para acompanhar reunião entre Venezuela e EUA
Foto: Reprodução / Arquivo

Assessor internacional de Lula foi para Barbados, no Caribe, onde acompanhará a discussão sobre um combinação entre os 2 países

O assessor para assuntos internacionais da Presidência, Celso Amorim, viajou para Barbados, no Caribe, para escoltar presencialmente a reunião entre os governos dos Estados Unidos e da Venezuela nesta 3ª feira (17.out.2023).

No encontro, os 2 países deverão assinar um combinação de redução das sanções impostas por Washington ao petróleo venezuelano em troca de eleições livres e monitoradas internacionalmente em 2024.

Ex-chanceler do Brasil, Amorim foi enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para participar da reunião. É provável que discurse durante o encontro.

Os EUA vão diminuir as sanções depois que o governo venezuelano de Nicolás Maduro e a oposição do país –apoiada pela Mansão Branca– assinarem um combinação que permitirá eleições livres em 2024.

Na 2ª feira (16.out.2023), Lula telefonou para Maduro para tratar das eleições venezuelanas do próximo ano. O presidente brasílio também pediu informações sobre o combinação com os Estados Unidos. Amorim acompanhou a relação.

Em 2018, o presidente da Venezuela venceu as eleições, mas o resultado não foi reconhecido pela oposição. Maduro comanda o país desde 2013. Assim porquê os Estados Unidos, o Brasil classificou na era a eleição porquê “fraudulenta”.

Em 2024, caso o combinação seja assinado, o presidente da Venezuela não poderá estabelecer barreiras para proibir a candidatura de pessoas da oposição. O jornal Washington Post conversou no anonimato com pessoas que estavam na negociação entre os países.

Um funcionário do governo da Venezuela teria dito que o combinação não inclui planos para descongelar ativos do país que atualmente estão nos Estados Unidos.

A eleição venezuelana teria que ser ensejo a observadores internacionais e à mídia global. O conforto nas sanções petrolíferas poderá incluir uma licença para que a Venezuela retome negócios com outros países e com os EUA.

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