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Brasil mantém 2º maior juro real do mundo após corte da taxa Selic: Entenda as implicações

O corte da Selic por parte do Copom mantém o Brasil entre os maiores juros reais do mundo, apontando para uma trajetória gradual de flexibilização ainda cautelosa.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 30/04/2026 às 08:40 · Atualizado há 1 dia
Brasil mantém 2º maior juro real do mundo após corte da taxa Selic: Entenda as implicações
Foto: Reprodução / Arquivo

Brasil mantém 2º maior juro real do mundo após corte da taxa Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, mantendo o Brasil entre os maiores juros reais do mundo.

O juro real, calculado a partir da taxa nominal descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, ficou em 9,33%, segundo levantamento da MoneYou.

Cenário internacional altera dinâmica inflacionária

A liderança do ranking permanece com a Rússia, que registra juro real de 9,67%, seguida pelo Brasil.

Corte da Selic ocorre sob pressão inflacionária

A decisão do Copom de reduzir a Selic ocorre em um ambiente externo desafiador.

O conflito no Oriente Médio tem gerado pressões inflacionárias globais, especialmente via commodities energéticas, o que limita o espaço para cortes mais agressivos de juros no Brasil.

Ainda assim, a autoridade monetária tem sinalizado uma trajetória gradual de flexibilização, condicionada à evolução das expectativas de inflação.

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