1. Em 2025 se completam 40 anos do que se convencionou chamar de axé music. Há um bom documentário a respeito, “Axé: O Canto do Povo de um Lugar” (2016), de Chico Kertész, que refaz a história desse gênero baiano que juntou influências diversas em torno de uma base de samba, incorporando mais tarde elementos eletrônicos, latinos e até de rock. A isso se soma a amplitude de uma cultura expressa em ritos, indumentária e linguagem, e o tino negocial que transformou o fenômeno numa indústria — fonográfica, turística, de exportação de soft power.
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