A Capcom enfrentou desafios significativos ao desenvolver Pragmata, especialmente ao criar a personagem Diana, uma androide cuja natureza precisava ser expressa de forma natural para o público ocidental.
Desafios Culturais
O diretor Yonghee Cho explicou em entrevista que a equipe queria dar a Diana expressões que só seriam possíveis para uma personagem não-humana, mas enfrentaram dificuldades devido às restrições de expressão em jogos.
Cho comparou Diana com Arale, personagem de Akira Toriyama, destacando que, enquanto Arale pode fazer coisas extremas, como separar sua cabeça do corpo, Diana não poderia ter esse tipo de expressão devido ao contexto cultural global.
Jogabilidade Híbrida
A jogabilidade de Pragmata também foi pensada para equilibrar mecanismos de resolução de puzzles e combate tradicional, garantindo que os jogadores sintam a tensão de gerenciar as habilidades de combate de Hugh e as habilidades de hacking de Diana sem que nenhuma se sobreponha à outra.