O empresário descreve que a vaga terá um salário de US$ 0 no primeiro ano, mas o escolhido receberá uma "compensação" mensal de cerca de US$ 500 (o equivalente a R$ 2,8 mil), como uma espécie de ajuda de custo. Segundo o post, o candidato escolhido vai trabalhar diretamente com ele. No texto, Ninovski reconheceu que a proposta "parece loucura", mas a definiu como uma "oportunidade rara" de aprendizado.
Em seguida, ele tentou justificar a oferta citando a história de sucesso de outro funcionário da empresa, um jovem identificado como William Dodevski. "Deixe-me contar uma breve história. Cinco anos atrás, um jovem de 17 anos chamado William Dodevski deu esse mesmo salto. Hoje, ele é um funcionário-chave em uma de nossas empresas. Ele não precisa mais de mim — ele construiu seu próprio caminho", declarou.
Apesar do entusiasmo com o anúncio, a postagem não foi bem recebida pelos internautas, que criticaram a atitude do fundador da Brainster. Alguns deles avaliaram a oferta profissional como forma de explorar os funcionários. "Basicamente, você quer trabalho gratuito sob o disfarce de mentoria? Isso é exploração, não uma oportunidade", disparou uma pessoa. "Esse é o tipo de coisa que mantém o mercado de trabalho quebrado. As pessoas merecem ser pagas pelo seu trabalho", rebateu outra.