Ela conta que o propagação foi rápido e orgânico, o restaurante ganhou estrutura, ampliou a cozinha e chegou a ter 19 funcionários. Tudo governado sem contador, sem planilhas, guiado pela percepção. “Eu sempre fiz tudo no caderno. Pagava todo mundo, sobrava pra mim, e eu vivia muito do meu trabalho”, diz. Nos fins de semana, atendia a mais de 300 pessoas, turistas, moradores, gente que ia ao Instituto Inhotim e descobria o Ponto Gê.