Publicidade
Capa / #VoceViu

Servidores de colégios e institutos federais decidem fazer greve a partir de quarta (3)

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 29/03/2024 às 05:33 · Atualizado há 4 dias

Por Brasil de Traje

Professores e outros servidores de colégios e institutos federais de ensino decidiram nesta quarta-feira (27) entrar em greve por tempo indeterminado a partir da próxima quarta (3). A decisão foi tomada em câmara plena do Sindicato Vernáculo dos Servidores Federais da Ensino Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) realizada nesta noite.

A categoria está mobilizada por melhores condições de salário e trabalho. Cobram do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a reposição de perdas salariais acumuladas durante os governos dos presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), além da regeneração do projecto de carreiras, mais investimentos nas instituições e a realização de um concurso para contratação de mais trabalhadores.

“Fizemos campanha para o presidente Lula, mas estamos negociando com um governo de frente ampla. E não tem sido fácil”, disse Elenira Vilela, professora e coordenadora universal vernáculo do Sinasefe.

Uma câmara do Sinasefe em março já tinha votado por um indicativo de greve. Reunião regionais confirmaram o indicativo, que agora foi revalidado nacionalmente.

A greve tende a afetar o funcionamento dos colégios federais, uma vez que o Escola Pedro II, no Rio de Janeiro, e os institutos federais, que oferecem Ensino Médio, Técnico e até Superior. No totalidade, são tapume de 90 instituições e 70 milénio servidores envolvidos.

A paralisação nos institutos federais tende a espessar o movimento grevista que cresce em todo sistema federalista de ensino. Os servidores técnicos administrativos (TAEs) das universidades federais estão em greve desde o último dia 11. O movimento afeta pelo menos 30 universidades do país. Até levante momento, mais de 50% da base da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) aderiram ao movimento.

Os TAEs constituem uma das 64 carreiras administrativas do Poder Executivo Federalista. São aproximadamente 133 milénio servidores ativos e 69 milénio servidores aposentados.

Greve

Já os professores de universidades federais e centros federais de ensino tecnológica (Cefets) anunciaram uma greve a partir do próximo dia 15 de abril. A decisão foi tomada na sexta-feira (22) em reunião conjunta entre representantes de 37 seções sindicais de diferentes partes do país, depois assembleias locais.

Segundo o Sindicato Vernáculo dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes–SN), que organiza a mobilização, a greve é consequência da falta de progresso nas tentativas de negociação com o governo. Os professores também pedem recomposição salarial, regeneração da curso e melhores condições de trabalho.

O Brasil de Traje entrou em contato com a assessoria de prensa do MEC para posicionamento sobre os movimentos grevistas nas universidades, mas não recebeu retorno. Caso haja resposta, levante texto será desarranjado.

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade