Natural do Piauí, Maria se mudou para o Ceará aos 19 anos, em busca de melhores oportunidades. Trabalhou como babá, cozinheira, faxineira e vendedora ambulante. Mesmo diante das dificuldades, sempre manteve viva a paixão pela cozinha. “Eu sempre gostei de trabalhar com comida, de vender na rua. Comecei vendendo só creme de galinha e vatapá. Daí surgiu a ideia do churrasco”, relembra.
Com uma média de 100 pratos vendidos por dia e um faturamento mensal de R$ 6 mil, o restaurante é mais do que um sucesso financeiro — é um símbolo de força. “Comece com o que você tem, com aquilo em que acredita, e foque naquilo. Porque ninguém vai fazer como você”, aconselha Maria, que inspira outras mulheres a não desistirem dos próprios sonhos.