Asha Sharma, CEO do Xbox, chega ao comando com uma agenda de conquistar a confiança dos fãs, mas agora o cenário mudou de tom.
Cortes massivos em estúdios e demissões em andamento
Analistas afirmam que esse era exatamente o plano desde o começo, e agora o momento atual da indústria não é um 'ciclo de conteúdo', mas sim um 'ciclo de ruptura', onde quem consegue tornar seus produtos e processos mais baratos e acessíveis vence.
Seamus Blackley, fundador e criador do Xbox, previu que o papel de Sharma seria de 'uma médica de cuidados paliativos que conduz o Xbox', e agora os cortes em curso dão peso a essa previsão.