O microempreendedor individual (MEI) está mais otimista em 2025. É o que aponta o levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em conjunto com a Fundação Getulio Vargas (FGV): o Índice de Confiança do MEI (IC-MEI) aumentou 2,3 pontos, na comparação entre junho deste ano e o mesmo mês de 2024.
Hoje, são mais de 15 milhões de MEIs no Brasil, de acordo com o Sebrae, representando uma força criativa e produtiva que movimenta a economia, gera renda e responde por mais de 70% das novas empresas abertas no país. No entanto, eles ainda encontram uma série de barreiras para impulsionar os negócios.
É neste momento que a CAIXA desempenha papel fundamental para que esses negócios não apenas sobrevivam, mas cresçam e gerem renda e emprego para suas famílias e a comunidade que as cerca.
Os esforços do banco e os benefícios que suas ações geram para os microempreendedores vêm sendo documentados e registrados na série Vou de CAIXA, que conta histórias reais de empreendedores que transformaram suas vidas com o apoio da instituição financeira. O primeiro episódio é dedicado a apresentar a trajetória de Jeane Ferreira da Cruz.
Moradora do Distrito Federal, Jeane ficou desempregada em 2019 e decidiu investir na venda de roupas infantis e de cosméticos como forma de garantir renda e ajudar a pagar as parcelas de um carro. “Comecei fazendo parte de uns grupos de venda em redes sociais”, lembra.
Na medida em que avaliava o retorno dos novos clientes, Jeane percebeu que havia potencial para crescer o seu pequeno negócio. Assim, decidiu centrar esforços nessa direção, mas esbarrou em um obstáculo comum aos pequenos empreendedores: a falta de capital para investir em estoque e oferecer mais variedade de produtos. Foi então que o crédito da CAIXA entrou em cena. “Foi muito bom e rápido, não precisei nem sair de casa. Solicitei meu capital de giro pelo aplicativo CAIXA Tem e, em poucos minutos, o dinheiro já estava na conta”, afirma.
Assista à história de Jeane na série Vou de CAIXA
Com o recurso, Jeane triplicou o estoque e ampliou as opções para os clientes. O impacto foi imediato: mais variedade significou mais vendas, que levaram naturalmente à conquista de novos clientes, nos ambientes físico e também digital. “Hoje em dia, as redes sociais ajudam muito. Você consegue alcançar pessoas de vários lugares, e isso impulsiona as vendas, sem atrapalhar o dia a dia”, explica.
Com os resultados positivos impulsionados pelo crédito, Jeane já pensa nos próximos passos. “Quando eu concluir esse empréstimo com a CAIXA, pretendo fazer outro. Meu sonho é aumentar cada vez mais as opções que ofereço aos meus clientes. A CAIXA é muito importante porque oferece taxas melhores e condições de pagamento mais acessíveis. Fiz algumas pesquisas e só a CAIXA me deu essa vantagem”, comenta.
Para quem está começando ou enfrentando dificuldades, Jeane deixa um conselho: “Por mais difícil que seja a caminhada, lute. Desafios sempre vão existir, mas, com apoio e determinação, a gente consegue realizar nossos sonhos. Empreender é não ter medo de sonhar grande”, conclui.