Ao todo, a pesquisa avaliou a capacidade dos profissionais enfrentarem sete práticas de risco: desvio de recursos, corrupção, manipulação de resultados, vazamento de informações, assédio moral, assédio sexual e discriminação. Os dados foram coletados a partir de entrevistas de vídeo e texto, em que os trabalhadores tinham que decidir como agir em situações simuladas.
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