Guel Arraes passou 20 anos ignorando aqueles que pediam por uma continuação de “O Auto da Compadecida”, a sensação do cinema brasileiro de 2000. “Eu nem ouvia o que falavam. ‘Para quê?’, eu pensava”, conta o cineasta pernambucano, admitindo que tinha também um “medinho” de não conseguir repetir o sucesso. Mas o tempo se encarregou de convencê-lo a revisitar o imaginário de Ariano Suassuna (1927-2014).
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