O capital será direcionado para intensificar o uso de inteligência artificial e suportar a operação como seguradora fora do sandbox regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Desde março, a Justos opera com a licença definitiva para atuar como seguradora no modelo S3, podendo ampliar a atuação para oferecer seguros para pessoas e contra danos.
“Agora que viramos uma seguradora S3 [nível de operação plena], precisamos fazer reserva técnica para cada real de prêmio. 70% do risco está sendo ressegurado [por SCOR e Amlin], e com a licença passamos a tomar risco nos nossos livros. A demanda de capital será maior daqui para a frente e, por isso, decidimos que seria sábio capitalizar nesse momento”, afirma Dhaval Chadha, CEO e fundador da Justos. “Ainda não definimos os novos produtos, mas com certeza vamos entrar em outras frentes, sem previsão”, declara.