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Trump assina decreto para impedir apreensão de receita do petróleo venezuelano em contas n

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 29 de dezembro de 2025 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/01/2026 às 15:40 · Atualizado há 1 dia
Trump assina decreto para impedir apreensão de receita do petróleo venezuelano em contas n
Foto: Reprodução / Arquivo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 29 de dezembro de 2025 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para impedir que tribunais ou credores confisquem receitas ligadas à venda de petróleo venezuelano mantidas em contas do Tesouro dos EUA, informou a Casa Branca neste sábado (10).

paz, prosperidade e estabilidade

— A medida estabelece que a receita, mantida em fundos de depósito de governos estrangeiros, deve ser usada na Venezuela para criar .

Ela foi assinada na sexta-feira (9), menos de uma semana após os EUA capturarem o líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas.

Várias empresas têm reivindicações antigas contra o país. A Exxon Mobil e a ConocoPhillips, por exemplo, deixaram a Venezuela há quase 20 anos depois que seus ativos foram nacionalizados. Ambas ainda têm a receber bilhões de dólares.

A ordem não menciona nenhuma empresa específica. Ela declara que o dinheiro é propriedade soberana da Venezuela, mantida sob custódia dos EUA para fins governamentais e diplomáticos, e não está sujeito a reivindicações privadas.

O presidente Trump está impedindo a apreensão de receitas do petróleo venezuelano que poderiam minar esforços críticos dos EUA para garantir estabilidade econômica e política na Venezuela

— afirmou a Casa Branca em um informativo.

Um acordo dos EUA com líderes interinos da Venezuela prevê o fornecimento de até 50 milhões de barris de petróleo bruto aos Estados Unidos, onde diversas refinarias são especialmente equipadas para processá-lo.

Trump citou a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, e a Lei de Emergências Nacionais, de 1976, como base legal para o decreto.

Trump assinou a medida no mesmo dia em que se reuniu em Washington com executivos da Exxon, Conoco, Chevron e outras companhias de petróleo, como parte de uma iniciativa para incentivá-las a investir US$ 100 bilhões na indústria petrolífera da Venezuela.

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