O ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu a capacidade técnica do Banco Central para julgar o caso envolvendo o Banco Master. Segundo o titular da pasta, o entendimento do governo é que a competência para debater o caso pertence à autoridade monetária, que tem um quadro técnico "muito especializado".
Historicamente, quem é apropriado para analisar e tomar as medidas, a competência disso pertence ao Banco Central. Historicamente, as instituições têm que se ater a suas competências
— afirmou Rui Costa nesta quinta-feira (8) a jornalistas no Palácio do Planalto.
O nosso entendimento é que essa competência pertence ao Banco Central, que tem técnicos muito, muito especializados, fazem monitoramento e, portanto, eles têm ampla capacidade técnica
— complementou o titular da pasta.
quem estudou e se dedica há anos
— Seguindo na fala, o ministro da Casa Civil disse ser favorável a respeitar o trabalho técnico de sobre o assunto. Dessa forma, segundo ele, o Banco Central se apresenta como o órgão responsável por adotar as providências e monitorar o sistema financeiro. "Qualquer palpite fora disso é palpite."
Nesta quinta-feira, o ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), recuou após forte pressão pública e decidiu que o plenário da Corte vai deliberar sobre a necessidade ou não de realizar uma inspeção no Banco Central no âmbito do processo do Banco Master. A primeira sessão da Corte em 2026 ocorrerá em 21 de janeiro.
a dimensão pública assumida pelo caso, com contornos desproporcionais
— Em despacho publicado nesta manhã, o ministro assinalou que ele poderia, com base nas regras do Código de Processo Civil, rejeitar os embargos do BC monocraticamente. Mas, escreveu que recomenda que o assunto seja deliberado pelo plenário do TCU.
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