A aprovação da reforma trabalhista de Milei no Senado argentino foi um passo importante para o governo, mas causou preocupações entre os sindicatos e trabalhadores.
Com 42 votos a favor, 28 contrários e duas abstenções, a reforma agora espera sanção presidencial para entrar em vigor.
Entre os principais pontos da reforma estão férias mais flexíveis, restrições a greves em setores essenciais, ampliação do período de experiência, flexibilização da jornada de trabalho e mudanças na negociação coletiva.
A reforma também elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de regularização, mas proíbe a contratação de trabalhadores informais.