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Cotas Raciais: Como as Bancas de Heteroidentificação Funcionam no Brasil

Entenda o papel das bancas em concursos públicos federais e nas universidades brasileiras

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/06/2026 às 03:15 · Atualizado há 15 horas
Cotas Raciais: Como as Bancas de Heteroidentificação Funcionam no Brasil
Foto: Reprodução / Arquivo
Cotas Raciais no Brasil: Bancas de Heteroidentificação Explicadas.
UnB foi uma das primeiras universidades a adotar o sistema de cotas raciais. Para evitar fraudes no sistema, as chamadas bancas de heteroidentificação são responsáveis por atestar a legitimidade da autodeclaração feita por candidatos aprovados em concursos públicos.
O que é heteroidentificação? A avaliação das bancas não leva em consideração a maneira como a pessoa se identifica, mas sim a forma como ela é vista socialmente. Além disso, essas análises devem considerar somente o fenótipo do candidato, isentando aspectos como árvore genealógica, laudos dermatológicos ou tradições culturais.
De acordo com a legislação, as bancas devem ser compostas por pessoas das mais diferentes áreas, incluindo homens, mulheres, negros, brancos, indígenas e pessoas LGBTQI+, garantindo uma diversidade representativa. A composição dessas comissões varia entre as instituições, mas todas contam com membros treinados em questões raciais e enfrentamento ao racismo.
Agora você sabe como funcionam as bancas de heteroidentificação no Brasil, que atuam como 'olho da sociedade', avaliando somente as características físicas dos candidatos aprovados em concursos públicos e universidades para cotas raciais.

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