Nos livros de história, a mulher com quem William Shakespeare se casou chama-se Anne Hathaway — e é assim que seu nome aparece em quase todos os poucos documentos existentes da época. Mas, no testamento deixado por seu pai, um pequeno agricultor chamado Richard Hathaway, que morreu em 1581 (a quantia de pouco mais de seis libras, a ser paga “no dia de seu casamento”), ele se refere à filha como Agnes. Essa diferença exemplifica a grande questão quando se trata de trabalhar com o passado: o que dizem ou escondem os documentos, as lacunas, os mistérios. Por que Anne e Agnes? Haveria um nome de escolha, e por quê?
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