A necessidade líquida de financiamento do governo geral alcançou 9,99% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2025, ante 7,62% e igual período de 2024. Os dados constam no Boletim de Estatísticas Fiscais do Governo Geral referente ao 3º trimestre de 2025, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Tesouro Nacional.
A variação se deve ao crescimento nominal de 14,89% da despesa do governo geral em relação a igual período de 2024, parcialmente compensado pelo crescimento nominal de 9,49% da receita em igual comparação.
Nas estatísticas de finanças públicas, há uma necessidade líquida de financiamento quando a diferença entre a receita e a despesa é negativa. Quando o resultado é positivo, existe uma capacidade líquida de financiamento.
Na análise por esfera de governo, a necessidade de financiamento do governo geral (9,99% do PIB) resulta de uma necessidade de financiamento de 9,40% do PIB do governo central e de 1,01% do PIB dos governos estaduais, parcialmente compensadas por uma capacidade de financiamento de 0,42% do PIB dos governos municipais.
No terceiro trimestre do ano passado, a receita do governo geral aumentou 0,75 p.p. do PIB em relação a igual período de 2024, passando de 36,29% para 37,03% do PIB.
As principais variações nos componentes da receita foram o aumento de 0,60 p.p. do PIB em outras receitas (com destaque para juros: +0,41 p.p., e dividendos: +0,18 p.p.) e o incremento de 0,21 p.p. do PIB em contribuições sociais, enquanto os impostos permaneceram praticamente estáveis (-0,06 p.p. do PIB), com destaque para a redução de 0,27 p.p. do PIB no ICMS.
Já as despesas do governo geral, que consideram gastos e investimento líquido, passaram de 43,91% do PIB no terceiro trimestre de 2024 para 47,02% do PIB no período analisado, o que representa um aumento de 3,11 p.p. do PIB.
De acordo com o Tesouro Nacional, a decomposição mostra que os gastos aumentaram de 42,93% para 46,61% do PIB, enquanto o investimento líquido recuou de 0,98% para 0,41% do PIB.
Em relação aos gastos, destaca-se o aumento de 2,25 p.p. do PIB nas despesas com juros, influenciado pela elevação da taxa básica de juros – Selic, e a expansão de 0,76 p.p. do PIB nos benefícios previdenciários e assistenciais.
Já a redução de 0,57 p.p. do PIB no investimento líquido reflete a queda do investimento em ativos fixos. Por esfera de governo, o investimento líquido do trimestre resultou de 0,27% do PIB nos estados, 0,24% do PIB nos municípios e -0,10% do PIB no governo central.
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