A Motiva (CCR) está estudando o leilão da Rota Mogiana, marcada para o dia 27 de fevereiro, afirmou o presidente do grupo, Miguel Setas, durante teleconferência com analistas realizado nesta terça-feira (10).
Obviamente há indicação do que pode ser um dos próximos leilões, entre ativos onde estamos presentes há o caso da Renovias [concessão que vence em abril deste ano]. Haverá leilão no dia 27 de fevereiro [de um lote] que envolve parte substancial da Renovar, é óbvio que é um ativo que estudamos. A participação não está aprovada pelo conselho de administração, mas é um ativo que nos interessa analisar e preservar no portfólio
— afirmou o executivo.
Ele destacou que os investimentos em novos projetos seguirá focado em geografias onde a empresa já está presente e com boa relação risco-retorno.
Setas também apontou que com a conclusão da venda da divisão de aeroportos, prevista para o primeiro semestre deste ano, a alavancagem financeira deverá cair e abrir espaço para crescimento adicional. “Mas seremos seletivos”, afirmou.
Acompanhe os mercados com nossas ferramentas
A participação não está aprovada pelo conselho de administração, mas é um ativo que nos interessa analisar e preservar no portfólio
— afirmou o executivo.
Segundo o ministro, “temos que aprender com esse caso e fechar brechas que permitiram fraude e irresponsabilidade”
Apesar de ter escalado, o índice ficou levemente abaixo do esperado por participantes do mercado
Segundo eles, o projeto deveria conter a exigência de mandado judicial para prender imigrantes, melhor identificação dos agentes do DHS, novas regras para o uso da força e o fim da discriminação racial
Ministro destaca que o presidente Lula costuma consultar interlocutores na área econômica em busca de sugestões
Juros futuros passam a avançar em meio a números de inflação no Brasil piores que o esperado
Diplomatas americanos e iranianos mantiveram conversas por meio de mediadores de Omã, na semana passada, em um esforço para reativar a diplomacia entre os dois países
Fabricante mineira de coquetéis prontos para consumo está presente em 34 mil pontos de venda no país e também no comércio eletrônico
Sobre cenário externo, ministro da Fazenda afirmou que a percepção de estrangeiros sobre o Brasil tem sido “significativamente melhor” do que a avaliação interna