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Imposto de Renda em 2026: Veja o que muda para este ano

O Imposto de Renda (IR) passará por alterações em 2026. As mudanças, sancionadas pelo governo federal no ano passado, elevam o limite de isenção e ajustam a ...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 00:11 · Atualizado há 3 dias
Imposto de Renda em 2026: Veja o que muda para este ano
Foto: Reprodução / Arquivo

O Imposto de Renda (IR) passará por alterações em 2026. As mudanças, sancionadas pelo governo federal no ano passado, elevam o limite de isenção e ajustam a forma como as alíquotas incidem sobre diferentes faixas de remuneração.

O novo limite de isenção sobe de R$ 3.036 mensais para R$ 5 mil. Isso significa que trabalhadores dentro dessa faixa não pagarão alíquota do IR, e poderão ter uma economia mensal de R$ 312,89 (R$ 4.067,57 anual).

Quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7.350 por mês foi contemplado com reduções progressivas na alíquota. As regras determinam um abatimento que diminui à medida que o salário se afasta dos R$ 5 mil. Até o ano passado, esse tipo de redução era aplicado apenas para remunerações entre R$ 2.428,81 e R$ 4.664,68, intervalo que deixa de existir com a reformulação.

Já para contribuintes com rendimentos mensais superiores a R$ 7.350, o cálculo do Imposto de Renda permanece inalterado. Nessa faixa, continuam sendo aplicadas as mesmas alíquotas, bases de cálculo e critérios de dedução que vigoraram em 2025. Veja abaixo como está a tabela do Imposto de Renda em 2026:

De acordo com projeções apresentadas pelo governo federal no ano passado, as mudanças nas regras do IR devem retirar cerca de 10 milhões de contribuintes da base de cobrança, além de garantir descontos parciais no imposto para outros 5 milhões de pessoas.

Para compensar a perda de arrecadação estimada em R$ 25,84 bilhões, o governo instituiu uma cobrança extra sobre rendimentos anuais acima de R$ 600.000 (equivalente a mais de R$ 50 mil por mês), além de manter a mesma alíquota do IR em relação ao ano passado, conforme mostrou a tabela acima.

A nova taxa começa em 2,5% para rendimentos anuais de R$ 600 mil e pode chegar a 10% para quem recebe R$ 1,2 milhão por ano ou mais:

Veja as regras do imposto adicional sobre rendimentos anuais acima de R$ 600 mil a partir de 2026

No conceito de rendimento, faz parte do cálculo todos os valores obtidos ao longo do ano que não tenham sido tributados previamente: salários, aluguéis, lucros e dividendos isentos (exceto quando for acima de R$ 600 mil por ano), entre outros. No entanto, ficam de fora desse conceito:

No caso de lucros e dividendos, ocorrerá taxação específica na fonte de 10% se for superior a R$ 600 mil reais por ano e que a distribuição dos pagamentos dessas rendas tenha sido aprovada por tal empresa a partir do primeiro dia deste ano.

A lei prevê também um mecanismo redutor, aplicado quando a soma da alíquota efetiva paga pela empresa (IRPJ e CSLL) e pela pessoa física ultrapassar os seguinte limites:

Rendimentos provenientes de aplicações em títulos do agronegócio, do ramo imobiliário e de infraestrutura, além dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e Fiagro estão de fora dessa tributação. Veja a lista detalhada abaixo:

Segundo o governo federal, esse conjunto de contribuintes que passará a pagar o novo adicional corresponde a aproximadamente 114 mil pessoas no país.

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