Crime Organizado na Faria Lima
O crime organizado continua lavando dinheiro e ocultando patrimônio no coração financeiro de São Paulo, mesmo após a deflagração da operação Carbono Oculto.
A segunda fase da operação, batizada de Fluxo Oculto, cumpriu parte dos 59 mandados de busca e apreensão em seis fintechs e quatro fundos de investimentos.
O Papel das Fintechs
As fintechs alvo da Fluxo Oculto movimentaram R$ 26 bilhões em quatro anos, funcionando como bancos paralelos responsáveis por introduzir dinheiro de origem ilícita no sistema financeiro.
Os fundos de investimentos eram o elo da etapa seguinte, para ocultar o patrimônio dos criminosos, investindo em outros fundos e dificultando o rastreamento.
Consequências
A utilização de fintechs para lavagem de dinheiro pode trazer consequências para o mercado financeiro, especialmente após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos.