Os Estados Unidos estão tentando apreender um navio petroleiro ligado à Venezuela após uma perseguição de mais de duas semanas pelo Atlântico, disse uma autoridade norte-americana à Reuters nesta quarta-feira (7).
A ação, que pode aumentar as tensões com a Rússia, ocorreu depois que o navio-tanque, originalmente conhecido como Bella-1, escapou de um "bloqueio" marítimo dos EUA contra navios-tanque sancionados e rejeitou os esforços da Guarda Costeira dos EUA para abordá-lo.
A autoridade, que estava falando sob condição de anonimato, disse que a operação está sendo realizada pela Guarda Costeira e pelos militares dos EUA.
As tensões com a Rússia podem crescer porque Moscou mobilizou um submarino e outras embarcações para escoltar o navio-tanque, segundo o jornal americano The Wall Street Jornal. O Kremlin pediu à Casa Branca que parasse se perseguir o Bella-1, disseram fontes do governo americano ao WSJ.
Ontem, a agência estatal russa RIA informou que Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou estar monitorando a situação sobre o navio-tanque com "preocupação".
O navio-tanque mudou seu nome para Marinera e transferiu seu registro para a Rússia, informou o WSJ.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem um plano para refinar e vender até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano que estavam retidos na Venezuela sob o bloqueio dos EUA, em mais um sinal de que Washington está coordenando ações com o governo venezuelano desde a captura do presidente Nicolás Maduro em uma operação no fim de semana passado.
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