Publicidade
Capa / Brasil

PF deve pedir inclusão de Ramagem na lista de difusão vermelha da Interpol

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 21/11/2025 às 20:18 · Atualizado há 1 dia
PF deve pedir inclusão de Ramagem na lista de difusão vermelha da Interpol
Foto: Reprodução / Arquivo

(Folhapress) – A Polícia Federalista deve pedir a inclusão de Alexandre Ramagem (PL-RJ) na lista de Espalhamento Vermelha da Interpol. Com isso, ele seria considerado fugido internacional e poderia ser recluso em outros países.

O parlamentar foi sentenciado pelo STF (Supremo Tribunal Federalista) no processo da trama golpista. De conformidade com monitoramento feito pela PF, ele deixou o país e está nos Estados Unidos. Sua prisão foi determinada pelo ministro da incisão Alexandre de Moraes.

Durante a investigação da tentativa de golpe, Moraes já havia proibido Ramagem de deixar o Brasil e determinado que ele entregasse todos os seus passaportes, tanto nacionais uma vez que estrangeiros.

O Supremo também determinou a perda do procuração de deputado federalista – o que, em tese, precisaria passar por uma estudo Câmara dos Deputados, depois o termo da possibilidade de recursos no julgamento.
Procurado depois a ordem de prisão, o jurisconsulto de Ramagem, Paulo Cintra, disse que só recebeu a informação de que o cliente decidiu se ausentar do país nesta semana e que, por isso, não fará comentários por enquanto.

Na semana passada, ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros condenados do chamado núcleo medial da trama golpista tiveram recursos negados por Moraes, o que aproximou o início da realização da pena – especialistas citam a possibilidade de que isso ocorra a partir da semana que vem.

Diretor da Abin (Sucursal Brasileira de Perceptibilidade) durante o governo Bolsonaro, Ramagem foi sentenciado pela Primeira Turma do STF a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão, em regime inicialmente fechado.

Ramagem e a trama golpista

A PGR (Procuradoria-Universal da República) acusou o deputado de cometer cinco crimes, mas a Câmara dos Deputados, em embate com o Supremo, decidiu suspender segmento da ação penal contra ele — a que tratava dos ilícitos que teriam sido cometidos depois a diplomação dele uma vez que parlamentar, no caso, os diretamente ligados ao 8 de Janeiro.

Com isso, Ramagem foi julgado por tentativa de golpe de Estado, extinção do Estado democrático de Recta e associação criminosa armada.

Ele também foi denunciado de ser um dos responsáveis por preparar o oração de Bolsonaro contra as urnas eletrônicas, no que seria a lanço inicial de um projecto para manter o ex-presidente no comando do Palácio do Planalto mesmo em caso de uma eventual guião nas eleições. Sua resguardo negou todas as acusações, mas não obteve sucesso no STF.

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade