A criação líquida de postos de trabalho com carteira assinada em agosto veio aquém do que se esperava, mostrando de forma mais clara que a desaceleração no mercado de trabalho é uma realidade, embora gradual, sob efeito de juros, tarifaço dos Estados Unidos e menos dias úteis, apontam economistas. A trajetória, porém, ainda indica saldo positivo “bem expressivo” de vagas no ano e não muda a visão do Banco Central. No radar, um dos riscos é o da política fiscal, principalmente em 2026.