No verão, a relação com a comida muda de ritmo quase sem que a gente perceba. A fome aparece de forma diferente, o corpo pede frescor e a digestão fica mais sensível depois de pratos muito pesados. Entre passeios, praia e dias longos, começamos a notar sinais sutis — sede constante, cansaço após refeições gordurosas, desconforto quando ficamos muitas horas sem comer.
Nas férias, a alimentação passa a responder mais ao improviso do que aos horários habituais, e isso torna ainda mais importante escolher o que traz leveza. Entender esses movimentos ajuda a manter o bem-estar digestivo mesmo com uma rotina menos previsível, preparando o terreno para um verão mais confortável e equilibrado.
A principal forma de resfriar o organismo é através da transpiração, que funciona como um ‘ar-condicionado natural
— A nutricionista Marcilene Souza explica que, nos dias mais quentes, o organismo precisa fazer um esforço maior para evitar o superaquecimento. , afirma. Ao mesmo tempo, o corpo tenta reduzir qualquer processo que gere calor interno — incluindo a digestão.
quando fazemos a digestão dos alimentos, o corpo também produz calor — esse fenômeno é chamado de termogênese induzida pela dieta
— Para evitar esse aumento de temperatura, o hipotálamo reduz a sensação de fome. Além disso, , explica Marcilene. Ou seja, refeições muito gordurosas exigem mais energia e intensificam a sensação de calor. Já alimentos leves, ricos em água e naturalmente refrescantes, tendem a ser melhor aceitos.
Outro ponto importante é a hidratação. Em temperaturas altas, o organismo direciona grande parte da água para a produção de suor. Quando a ingestão não acompanha essa perda, o corpo produz menos saliva e secreções digestivas, tornando o processo mais lento. Marcilene reforça:
A boa notícia é que ajustes simples tornam o dia a dia muito mais confortável — mesmo entre festas, praia e refeições fora de casa.
Alimentos ricos em fibras também desempenham um papel importante, pois as fibras alimentares auxiliam no funcionamento do intestino. Frutas como mamão, ameixa, manga, pera e maçã, vegetais como brócolis, cenoura e espinafre, além de chia, linhaça, farelo de aveia e leguminosas são excelentes fontes naturais.
O psyllium também é uma boa fonte de fibras. A nutricionista dá a dica de consumi-lo com água suficiente para garantir uma ingestão segura e eficaz.
Quando considerar suplementação — e como a Maltta pode apoiar esse cuidado
No verão, a quantidade de fibras consumida ao longo do dia costuma oscilar bastante. As refeições ficam menos estruturadas, frutas e vegetais nem sempre aparecem no prato e alimentos mais pesados ou açucarados acabam ganhando espaço — especialmente durante as festas. Quando a alimentação não contempla a quantidade necessária de fibras, a suplementação pode ser considerada como apoio.
Psyllium Maltta: fonte de fibras que auxilia no funcionamento do intestino. — Foto: Divulgação: Maltta Nutrition.
A Maltta Nutrition desenvolve suplementos com rigor técnico e foco em praticidade, incluindo opção de psyllium como fonte de fibras para o dia a dia. É uma alternativa versátil e fácil de integrar à sua rotina.
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