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Cesta básica ficou mais cara em quase todas as capitais brasileiras em janeiro, diz govern

A cesta básica ficou mais cara em 24 das 27 capitais brasileiras entre dezembro e janeiro. Manaus (AM), Palmas (TO) e Rio de Janeiro (RJ) tiveram as maiores...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/02/2026 às 14:15 · Atualizado há 2 dias
Cesta básica ficou mais cara em quase todas as capitais brasileiras em janeiro, diz govern
Foto: Reprodução / Arquivo

A cesta básica ficou mais cara em 24 das 27 capitais brasileiras entre dezembro e janeiro.

Manaus (AM), Palmas (TO) e Rio de Janeiro (RJ) tiveram as maiores altas.

Entre os itens da cesta básica, o tomate e o pão francês foram os que mais ficaram caros.

No caso do tomate, o maior preço foi observado em Cuiabá (MT), com elevação de 63,54%.

O pão francês ficou mais caro em 22 capitais. Manaus teve a maior alta, de 3,06%.

O tomate teve recuo de 16,96% em São Luís — Foto: Freepik

A cesta básica ficou mais cara em 24 das 27 capitais brasileiras entre dezembro e janeiro, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Manaus (AM), Palmas (TO) e Rio de Janeiro (RJ) tiveram as maiores altas. Os preços subiram 4,44%, 3,37% e 3,22%, respectivamente.

Entre os itens da cesta básica, o tomate e o pão francês foram os que mais ficaram caros.

No caso do tomate, o maior preço foi observado em Cuiabá (MT), com elevação de 63,54%. A razão para isso é uma menor oferta de frutos de qualidade, segundo a Conab. A alta dos preços foi observada em 26 capitais.

O pão francês ficou mais caro em 22 capitais. Manaus teve a maior alta, de 3,06%. Segundo o levantamento, o aumento está ligado à alta nos custos de energia e da principal matéria-prima: a farinha de trigo importada.

Apesar das altas, alguns produtos ficaram mais baratos. O leite integral, por exemplo, teve queda de preço em todas as capitais. Em Campo Grande (MS), a redução foi de 8%. Segundo a Conab, a queda ocorreu por causa dos altos estoques de derivados lácteos.

De acordo com a Conab, 46% da renda do brasileiro que recebe um salário mínimo foi usada para a compra de alimentos básicos em janeiro. Apesar do número elevado, representa uma queda de 2% na comparação com dezembro.

Além da cesta básica, a categoria de alimentação e bebidas ficou 0,23% mais cara em janeiro, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Neste índice, que considera uma média nacional, o tomate também foi o alimento que mais encareceu (20,52%), seguido pelas carnes (0,84%).

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