O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos desde o início do ano, tenta encontrar saídas para não perder o mandato, já que sua licença terminou em 20 de julho, e, desde então, suas faltas estão sendo computadas. Caso as faltas representem um terço das sessões, ele deverá perder o mandato. Líderes, no entanto, não precisam ter presença registrada.
Além de Caroline, a defesa solicitou visitas dos senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Esperidião Amin (PL-SC), e do deputado federal Osmar Terra (PL-RS). No pedido, os advogados afirmam que as visitas acontecerão "em razão da necessidade de diálogo pessoal com o peticionado".
A defesa pediu também a troca das datas anteriormente estabelecidas das visitas do parlamentar Rodrigo Valadares (União - SE) e do líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante - a defesa requere que os encontros aconteçam nos dias 24/9 e 22/9, respectivamente.
As visitas têm que ser autorizadas pelo relator, ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, por descumprir a proibição de usar redes sociais. A decisão e a medida cautelar foram impostas em um processo que investiga uma possível coação e obstrução de Justiça no caso da trama golpista. Além dele, o filho, Eduardo Bolsonaro, também é investigado.