Ele vivia em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, era pai de três filhos e havia comprado a aeronave em 11 de dezembro de 2024.
Sócio do Carpena Advogados, de Porto Alegre, o advogado atuava com contencioso civil e possuía, também, experiência nas áreas de direito societário, direito contratual e operações estruturadas. Era professor na Faculdade de Direito da Pontifícia Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e na Escola da Magistratura (Ajuris).
O escritório foi fundado em 1980, na cidade de Porto Alegre, e, segundo informa o site da banca, ampliou não só sua abrangência territorial (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, dentre outros Estados), como suas áreas de atuação (tais como operações de M&A, gestão de contencioso de volume, planejamento tributário, assessoria em operações estruturadas, contencioso estratégico, regulatório).
Carpena assessorou a recuperação judicial do Grupo Paquetá, dono de marcas como Ortopé, Capodarte e Dumont. O grupo entrou com pedido de recuperação judicial em 2019, com dívida total de R$ 638,5 milhões.
Além do advogado, o piloto não sobreviveu à queda da aeronave. Ao menos outras sete pessoas acabaram feridas após o avião cair na Avenida Marquês de São Vicente, em São Paulo, e atingir um ônibus.