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Ribeirão Preto reforça fiscalização após Anvisa proibir venda de fórmulas infantis da Nest

Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e o uso de alguns lotes de fórmulas infantis fabricadas pela Nestlé.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 11:46 · Atualizado há 5 dias
Ribeirão Preto reforça fiscalização após Anvisa proibir venda de fórmulas infantis da Nest
Foto: Reprodução / Arquivo

Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e o uso de alguns lotes de fórmulas infantis fabricadas pela Nestlé.

A medida ocorre após a identificação de toxina que pode causar vômitos, diarreia e letargia.

A Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto (SP) informou que reforçou as inspeções em farmácias e estabelecimentos comerciais da cidade.

Nestlé iniciou recolhimento voluntário de determinados lotes.

A empresa afirma que não há registro de casos confirmados de reações adversas associadas aos produtos.

A Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto (SP) informou nesta quinta-feira (8) que reforçou as inspeções em farmácias e estabelecimentos comerciais da cidade após a Anvisa proibir a comercialização, distribuição e o uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, fabricadas pela Nestlé Brasil.

Segundo a Anvisa, a medida adotada nesta quarta-feira (7), em caráter preventivo, ocorre após a identificação do risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. O aviso sobre o risco foi feito à agência pela Nestlé, que começou a recolher os lotes de forma voluntária.

A ingestão de alimentos contaminados pode provocar vômitos persistentes, diarreia e letargia —caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e do raciocínio, além de dificuldade de reação.

De acordo com a Vigilância de Ribeirão Preto, as farmácias da cidade já foram notificadas para a retirada imediata dos itens das prateleiras. Além disso, o órgão orientou pais e responsáveis a verificarem o número do lote dos produtos antes da compra ou do consumo.

Em nota, a Nestlé afirma que, até o momento, não há registro de casos confirmados de reações adversas associadas aos produtos incluídos no recall, em nenhuma parte do mundo.

Ainda de acordo com a empresa, os consumidores que possuírem produtos dos lotes afetados devem interromper imediatamente o uso e entrar em contato com o Atendimento ao Consumidor da Nestlé para devolução gratuita e reembolso integral.

A Nestlé afirma que está atuando em cooperação com as autoridades competentes e reforça que qualidade e segurança dos alimentos são prioridades inegociáveis. Após a identificação da inconformidade, a empresa realizou uma investigação interna, que apontou uma falha em um ingrediente fornecido por um terceiro. O fornecedor foi notificado e os protocolos de controle de qualidade foram reforçados para evitar recorrências.

A empresa disponibiliza os canais falecom@nestle.com.br ou 0800 761 2500, atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A Nestlé informou que iniciou recolhimento voluntário dos produtos no Brasil e em outros países. A toxina foi detectada em itens provenientes de uma fábrica na Holanda, associada a um ingrediente fornecido por um fornecedor global de óleos terceirizados, o que levou à decisão de ampliar o recall de forma internacional.

No Brasil, a proibição atinge apenas alguns lotes das marcas citadas. Veja abaixo:

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