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Mortes e prisões ampliam crise no irã

Apagão digital e protestos marcam momento crítico no país.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/01/2026 às 10:16 · Atualizado há 1 dia
Mortes e prisões ampliam crise no irã
Foto: Reprodução / Arquivo

O Irã vive um momento de intensa turbulência, com protestos contra o regime se espalhando por todas as províncias, enquanto um apagão digital se estende por mais de dois dias, dificultando a comunicação e a mobilização dos manifestantes.

Cenário de repressão e violência

A crise no Irã se agrava com relatos alarmantes de grupos de direitos humanos, que indicam que dezenas de pessoas foram mortas durante os protestos, e milhares já foram detidas. Há também relatos de pilhas de corpos em hospitais, o que levanta preocupações sobre a brutalidade da repressão governamental. Em Mashad, cidade natal do líder supremo Ali Khamenei, manifestantes desafiaram as autoridades ao derrubar e rasgar a bandeira da República Islâmica.

Apagão digital e suas consequências

O governo iraniano impôs um apagão digital, que já dura mais de dois dias, criando um clima de temor entre os manifestantes. Essa interrupção nas comunicações não apenas dificulta a organização dos protestos, mas também impede a divulgação de informações sobre a situação real do país para o mundo exterior. A falta de acesso à internet levanta preocupações de que a repressão possa se intensificar ainda mais.

Retorno da monarquia nas manifestações

Uma nova dinâmica surgiu nas manifestações, com gritos pedindo a volta da monarquia, algo inédito em protestos anteriores. Alguns manifestantes parecem apoiar Reza Pallav, filho do último xá do Irã, que vive exilado nos Estados Unidos. Em um artigo no Washington Post, Pallav se posicionou como um possível líder de transição, mas sua conexão com o povo iraniano e o apoio que realmente possui dentro do país permanecem incertos.

Destaques:

  • Protestos se espalham por todas as províncias do Irã.
  • Apagão digital dificulta a comunicação e organização dos manifestantes.
  • Gritos por retorno da monarquia marcam nova fase dos protestos.

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